A Organicidade da Palavra no Processo Criativo do Ator
Aluna: Silvana Baggio Ávila
Orientador: Prof.ª Dr.ª Mirna Spritzer
Banca: Prof.ª Dr.ª Inês Marocco; Prof. Dr. Gilberto Icle e Prof.ª Dr.ª Janaína T. Martins
Data: 9 de agosto
Horário: 14h30
Sala: Alziro Azevedo
Voz e Emoção: provocações
Aluna: Laura Backes
Orientador: Prof.ª Dr.ª Marta Isaacsson
Banca: Prof.ª Dr.ª Silvia Balestreri Nunes; Prof.ª Dr.ª Mirna Spritzer e Prof.ª Dr.ª Janaína T. Martins
Data: 9 de agosto
Horário: 19h
Sala: 8
Figurino: um objeto sensível na produção da personagem
Aluna: Rosângela Cortinhas
Orientador: Prof.ª Dr.ª Marta Isaacsson
Banca: Prof.ª Dr.ª Inês Alcaraz Marocco; Prof.ª Dr.ª Mirna Spritzer e Prof. Dr. Fausto Viana
Data: 11 de agosto
Horário: 14h30
Sala: 8
Práticas Teatrais na Escola: histórias sobre os processos coletivos de construção de conhecimento em teatro
Aluna: Belonice Medeiros da Silva
Orientador: Prof.ª Dr.ª Vera Lúcia Bertoni dos Santos
Banca: Prof. Dr. João Pedro Alcantara Gil; Prof. Dr. Gilberto Icle e Prof.ª Dr.ª Márcia Maria Strazzacappa Hernandez
Data: 26 de agosto
Horário: 14h
Sala: 8
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segunda-feira, 9 de agosto de 2010
sábado, 10 de julho de 2010
"Todas as gerações"
III Jornada Latino Americana de Estudos Teatrais, 08 e 09 de julho em Blumenau, SC. Saldo positivo. Boas comunicações, palestras, debates... Muita troca de informações. Nosso programa de pós-graduação em artes cênicas (PPGAC-UFRGS) esteve com vários mestrandos (e mestres) representando a pesquisa que fazemos e os artistas locais. Experiências em busca de novas experiências.
"Posto" aqui um detalhe que achei interessante como podemos conferir acima: na foto estão os participantes (alunos) vinculados ao programa que lá comunicaram, com "representantes" de "todas as gerações", já que nosso mestrado nasceu em 2007 e está na quarta turma.
Turma 2007
Angela Francisca Almeida de Oliveira
Turma 2008
Elizabeth Medeiros Pinto
Helena Maria Mello
Newton Pinto da Silva
Turma 2009
Ariane Guerra Barros
Marcos Machado Chaves
Raquel Purper
Rochele Resende Porto
Turma 2010
Lisinei Fatima Dieguez Rodrigues
Márcia Donadel
Presente (pelo programa) na Jornada a Profa. Dra. Silvia Balestreri Nunes, orientadora de alguns participantes citados. Por nossa universidade lá estiveram também alguns alunos da graduação. Todos tem muito a falar sobre os dois dias na cidade catarinense... Eventos como estes aproximam as pesquisas por temáticas e, principalmente, os participantes (colegas) pela convivência.
(Marcos Chaves)
sexta-feira, 2 de julho de 2010
Mestre com estrelinhas
Para mim, quando a pessoa consegue um título como este nem precisaria escrever o resto. Coisa de jornalista. Sabemos que as pessoas leem mesmo são as manchetes. Tragédia na sala de aula é um nome maravilhoso. Pois bem, encontrei o futuro mestre na ladeira. Parecia tranquilo, assim como foi sua apresentação. Depois da minha “imprescindível assessoria” para excluir a barra do Windows, ele mesclou seus autores: Bauman, Paulo Freire, Augusto Boal, entre outros. Gente mais moderna, outros nem tanto, mas todos de peso. Trazendo afirmações contundentes como esta: "O teatro pode ser praticado mesmo por quem não é ator, da mesma maneira que o futebol pode ser praticado mesmo por quem não é atleta”.
Em determinado momento, segura de tal forma na mão uma máscara que estava sobre a mesa. Mais me parece uma cena de Hamlet. Na minha imaginação, vejo a caveira e ele a se perguntar: ser ou não ser? Creio que para quem ama o teatro uma máscara vale mais que qualquer imagem de São Jorge. Logo em seguida, o futuro mestre falou sobre suas peças na escola de São Leo, com títulos tão bons quanto a sua dissertação: Sem-teto, mas com esperança. Conta que os alunos diziam: “eu vi na internet, professor...” Ah, lá vem a minha pesquisa aí, gente! Por falar nisso, muita gente advertiu sobre o desânimo pós-pesquisa, mas ninguém disse nada sobre esta tara que eu sinto pela minha. Paixão total! Até parece mesmo um filho já que, às vezes, me pergunto: “fui eu mesmo que fiz?”
Mas, o assunto aqui é o Márcio que traz outra citação incrível, agora do Paulo Freire: “O mundo encurta, o tempo se dilui, o ontem vira agora. O amanhã já está feito. Tudo muito rápido. Debater o que se diz, o que se mostra e como se mostra”. Márcio não esconde o seu entusiasmo quando fala da educação para a arte e a potencialidade criadora do aluno.
A palavra vai para Danilo Streck. Ele ressalta, justamente, o engajamento do Márcio, sua vibração. Conta que, também conhece os bairros da periferia em São Leopoldo. Diz que o trabalho está bem acabado, que foi o fim das arestas que haviam na qualificação. Comenta que Márcio não cria expectativas que não vai cumprir. Ah, e diz uma coisa que me deixa levemente invejosa: o trabalho é coerente metodologicamente! Segue dizendo que meu colega trabalha bem com o contraponto esperança x indignação. Ou seja, a pesquisa do Márcio, é ele mesmo. Afinal, depois de conviver este tempo com ele sabemos que ele faz esta mistura com rara perfeição. Já mais para o final, pergunta o que o título de mestre acrescenta para o Márcio professor. Não resisto e imagino ele dizendo: “Bem, vou poder me inscrever em alguns concursos...”
Chega a vez da Mirna. Não é de hoje que ela vem me impressionando com sua capacidade de juntar palavras de uma maneira quase poética e desta vez não foi diferente. No início de sua fala, ela diz: “este pedaço de mim que habita a educação...” e a partir daí faz elogios, diz que Márcio fez escolhas acertadas e que o trabalho reflete sua visão de mundo. Comenta a mistura de Bauman com Paulo Freire, o que prova que este último era um visionário. Enfatiza a estrutura que entremeia a teoria com a prática que não fica confinada, mas sim, contaminada pelos autores. Bom, mas os comentários favoráveis terminam por aí. O resumo precisa ser revisto, deve haver legendas nas fotos, “lindas, inquietantes e provocadoras”. Fala bem esta doutora, não? Adverte que a palavra “projeto” não é mais adequada. Faz sentindo já que parece que se passaram alguns anos-luz desde então. Cobra do futuro mestre uma generalização feita sobre os professores. A partir daí, vai quase página por página.
Fala do estado da arte, enquanto o meu estado é de agonia. Talvez seja a minha falta de experiência com bancas, mas ainda não me acostumei com este processo. Entendo que nem todo mundo vá falar bem, que as pessoas comecem pelo que tem de agradável para dizer para depois, passar para as coisas que estão com problemas, mas estas “gralhas” como chamou Walter Lima Torres na minha defesa, por mim, podiam ficar para depois. Não é que as coisas que são ditas não sejam pertinentes. Ao contrário. Demonstra que houve uma leitura aprofundada e cuidadosa, mas, pelo menos para mim, acaba sendo desgastante. Talvez, por isso, tenha achado tão interessante quando um dos membros da banca de outro colega disse algo do tipo: “antes de qualquer coisa, quero dizer que, por mim, teu trabalho está aprovado, agora,vamos dialogar”. Espero lembrar disso quando chegar a minha vez de ser banca. Talvez, ouvindo meus pensamentos, Mirna pergunta, para o convidado: “Muito longo professor? Vou passar um pouco”. Logo dá sequência a questionamentos interessantes. Diz que gostaria de ver presente no texto algo que deu errado também e sai com mais uma das suas ao comentar: “Como diz a mãe de uma amiga minha...perfeição só no Festival das Malhas”. Sem demonstrar cansaço, Marcio diz que vai refletir sobre as colocações, que são janelas abertas para o seu trabalho. Eu confesso que nestas horas já teria me atirado por elas.
A palavra vai para a Silvia. Ela mesma festeja por ser a última. Elogia o texto contundente, o engajamento do Marcio. Diz que fica feliz quando pode compartilhar experiências. Começa falando de um jeito divertido, mas nem por isso, menos crítico. Observa que, às vezes, ficou achando que ele largou o autor e saiu correndo e depois voltava e perguntava: tá e aí? Comenta que ficou arrepiada com as fotos que fazem parte do trabalho e agradece ao Márcio por trazer a máscara. Considera que ele deveria se permitir “habitar umas zonas mais intensas”. Que autores será que ela e a Mirna andam lendo? Volta a fazer graça dizendo: “me deixa contigo como leitora. Não me joga e sai de perto”. Fala que sente falta de uma descrição maior do processo, de como foram sendo inventados os caminhos. Finaliza fazendo um comentário favorável sobre o fato dele ter uma experiência sistematizada em forma de pesquisa, mas que gostaria que ele mergulhasse um pouco mais no Boal. Eu disse finaliza? Não é bem assim. Fui eu que tive que sair da sala antes. Felizmente, sabendo que, em mais alguns minutos, teríamos outro mestre por aí e pelo trabalho do Márcio já dá para sentir que não estamos falando somente de alguém com um título para emoldurar e colocar na parede. Assim, quem encerra agora sou eu com uma frase justamente do Paulo Freire, mas que poderia ter sido dita pelo Mestre Silveira dos Santos: "Sem a curiosidade que me move, que me inquieta, que me insere na busca, não aprendo nem ensino".
Helena Mello – Jornalista e mestra em Artes Cênicas
Em determinado momento, segura de tal forma na mão uma máscara que estava sobre a mesa. Mais me parece uma cena de Hamlet. Na minha imaginação, vejo a caveira e ele a se perguntar: ser ou não ser? Creio que para quem ama o teatro uma máscara vale mais que qualquer imagem de São Jorge. Logo em seguida, o futuro mestre falou sobre suas peças na escola de São Leo, com títulos tão bons quanto a sua dissertação: Sem-teto, mas com esperança. Conta que os alunos diziam: “eu vi na internet, professor...” Ah, lá vem a minha pesquisa aí, gente! Por falar nisso, muita gente advertiu sobre o desânimo pós-pesquisa, mas ninguém disse nada sobre esta tara que eu sinto pela minha. Paixão total! Até parece mesmo um filho já que, às vezes, me pergunto: “fui eu mesmo que fiz?”
Mas, o assunto aqui é o Márcio que traz outra citação incrível, agora do Paulo Freire: “O mundo encurta, o tempo se dilui, o ontem vira agora. O amanhã já está feito. Tudo muito rápido. Debater o que se diz, o que se mostra e como se mostra”. Márcio não esconde o seu entusiasmo quando fala da educação para a arte e a potencialidade criadora do aluno.
A palavra vai para Danilo Streck. Ele ressalta, justamente, o engajamento do Márcio, sua vibração. Conta que, também conhece os bairros da periferia em São Leopoldo. Diz que o trabalho está bem acabado, que foi o fim das arestas que haviam na qualificação. Comenta que Márcio não cria expectativas que não vai cumprir. Ah, e diz uma coisa que me deixa levemente invejosa: o trabalho é coerente metodologicamente! Segue dizendo que meu colega trabalha bem com o contraponto esperança x indignação. Ou seja, a pesquisa do Márcio, é ele mesmo. Afinal, depois de conviver este tempo com ele sabemos que ele faz esta mistura com rara perfeição. Já mais para o final, pergunta o que o título de mestre acrescenta para o Márcio professor. Não resisto e imagino ele dizendo: “Bem, vou poder me inscrever em alguns concursos...”
Chega a vez da Mirna. Não é de hoje que ela vem me impressionando com sua capacidade de juntar palavras de uma maneira quase poética e desta vez não foi diferente. No início de sua fala, ela diz: “este pedaço de mim que habita a educação...” e a partir daí faz elogios, diz que Márcio fez escolhas acertadas e que o trabalho reflete sua visão de mundo. Comenta a mistura de Bauman com Paulo Freire, o que prova que este último era um visionário. Enfatiza a estrutura que entremeia a teoria com a prática que não fica confinada, mas sim, contaminada pelos autores. Bom, mas os comentários favoráveis terminam por aí. O resumo precisa ser revisto, deve haver legendas nas fotos, “lindas, inquietantes e provocadoras”. Fala bem esta doutora, não? Adverte que a palavra “projeto” não é mais adequada. Faz sentindo já que parece que se passaram alguns anos-luz desde então. Cobra do futuro mestre uma generalização feita sobre os professores. A partir daí, vai quase página por página.
Fala do estado da arte, enquanto o meu estado é de agonia. Talvez seja a minha falta de experiência com bancas, mas ainda não me acostumei com este processo. Entendo que nem todo mundo vá falar bem, que as pessoas comecem pelo que tem de agradável para dizer para depois, passar para as coisas que estão com problemas, mas estas “gralhas” como chamou Walter Lima Torres na minha defesa, por mim, podiam ficar para depois. Não é que as coisas que são ditas não sejam pertinentes. Ao contrário. Demonstra que houve uma leitura aprofundada e cuidadosa, mas, pelo menos para mim, acaba sendo desgastante. Talvez, por isso, tenha achado tão interessante quando um dos membros da banca de outro colega disse algo do tipo: “antes de qualquer coisa, quero dizer que, por mim, teu trabalho está aprovado, agora,vamos dialogar”. Espero lembrar disso quando chegar a minha vez de ser banca. Talvez, ouvindo meus pensamentos, Mirna pergunta, para o convidado: “Muito longo professor? Vou passar um pouco”. Logo dá sequência a questionamentos interessantes. Diz que gostaria de ver presente no texto algo que deu errado também e sai com mais uma das suas ao comentar: “Como diz a mãe de uma amiga minha...perfeição só no Festival das Malhas”. Sem demonstrar cansaço, Marcio diz que vai refletir sobre as colocações, que são janelas abertas para o seu trabalho. Eu confesso que nestas horas já teria me atirado por elas.
A palavra vai para a Silvia. Ela mesma festeja por ser a última. Elogia o texto contundente, o engajamento do Marcio. Diz que fica feliz quando pode compartilhar experiências. Começa falando de um jeito divertido, mas nem por isso, menos crítico. Observa que, às vezes, ficou achando que ele largou o autor e saiu correndo e depois voltava e perguntava: tá e aí? Comenta que ficou arrepiada com as fotos que fazem parte do trabalho e agradece ao Márcio por trazer a máscara. Considera que ele deveria se permitir “habitar umas zonas mais intensas”. Que autores será que ela e a Mirna andam lendo? Volta a fazer graça dizendo: “me deixa contigo como leitora. Não me joga e sai de perto”. Fala que sente falta de uma descrição maior do processo, de como foram sendo inventados os caminhos. Finaliza fazendo um comentário favorável sobre o fato dele ter uma experiência sistematizada em forma de pesquisa, mas que gostaria que ele mergulhasse um pouco mais no Boal. Eu disse finaliza? Não é bem assim. Fui eu que tive que sair da sala antes. Felizmente, sabendo que, em mais alguns minutos, teríamos outro mestre por aí e pelo trabalho do Márcio já dá para sentir que não estamos falando somente de alguém com um título para emoldurar e colocar na parede. Assim, quem encerra agora sou eu com uma frase justamente do Paulo Freire, mas que poderia ter sido dita pelo Mestre Silveira dos Santos: "Sem a curiosidade que me move, que me inquieta, que me insere na busca, não aprendo nem ensino".
Helena Mello – Jornalista e mestra em Artes Cênicas
quarta-feira, 23 de junho de 2010
Novas Defesas
Caros colegas e interessados nas Artes cênicas:
Duas novas defesas estão agendadas. Como recém saída desta experiência, aconselho aqueles que farão isso no futuro a assistir. A gente aprende com os acertos e com os “erros” e vai vendo que “Bicho de sete cabeças” é apenas um filme do Rodrigo Santoro. Além disso, a primeira Defesa é do meu colega Marcio Santos, um professor, ator e “jornalista” nas horas vagas, bem como representante do Teatro de rua que merece a nossa atenção. E a outra é do Jornalista e apresentador da TVE, meu amigo Newton Silva. Podemos participar deste momento importante do nosso programa e aprendermos um pouco mais sobre os temas que mobilizaram meus colegas nestes dois anos de pesquisa.
"Tragédia na Sala de Aula - Um estudo de práticas de teatro na Educação de Jovens e Adultos"
aluno: Márcio Silveira dos Santos
Orientador: Professor Doutor João Pedro Alcantara Gil
Banca: Professores Doutores Danilo Streck, Silvia Balestreri Nunes e Mirna Spritzer
Data: 30/06 Hora: 9:30hs Sala: 8
"Palcos da Vida: o vídeo como documento do teatro em Porto Alegre nos anos 1980"
aluno: Newton Pinto da Silva
Orientador: Professor Doutor Clóvis Dias Massa
Banca: Professores Doutores Suzana Kilpp, Cassilda Golin Costa e Mirna Spritzer
Data: 14/07 Hora: 15hrs Sala: 8
____________________________
Helena Mello
Jornalista e Mestra em Artes cênicas
www.webeditoria.com.br
Duas novas defesas estão agendadas. Como recém saída desta experiência, aconselho aqueles que farão isso no futuro a assistir. A gente aprende com os acertos e com os “erros” e vai vendo que “Bicho de sete cabeças” é apenas um filme do Rodrigo Santoro. Além disso, a primeira Defesa é do meu colega Marcio Santos, um professor, ator e “jornalista” nas horas vagas, bem como representante do Teatro de rua que merece a nossa atenção. E a outra é do Jornalista e apresentador da TVE, meu amigo Newton Silva. Podemos participar deste momento importante do nosso programa e aprendermos um pouco mais sobre os temas que mobilizaram meus colegas nestes dois anos de pesquisa.
"Tragédia na Sala de Aula - Um estudo de práticas de teatro na Educação de Jovens e Adultos"
aluno: Márcio Silveira dos Santos
Orientador: Professor Doutor João Pedro Alcantara Gil
Banca: Professores Doutores Danilo Streck, Silvia Balestreri Nunes e Mirna Spritzer
Data: 30/06 Hora: 9:30hs Sala: 8
"Palcos da Vida: o vídeo como documento do teatro em Porto Alegre nos anos 1980"
aluno: Newton Pinto da Silva
Orientador: Professor Doutor Clóvis Dias Massa
Banca: Professores Doutores Suzana Kilpp, Cassilda Golin Costa e Mirna Spritzer
Data: 14/07 Hora: 15hrs Sala: 8
____________________________
Helena Mello
Jornalista e Mestra em Artes cênicas
www.webeditoria.com.br
segunda-feira, 24 de maio de 2010
MAIS ESPAÇO PARA A ARTE
Fotos: V Colóquio Internacional de Teatro (Montevidéu, 2009).Foi com satisfação que recebi o convite para escrever o primeiro texto deste novo espaço do Programa de pós-graduação de Artes cênicas da UFRGS. A solicitação foi para que não fosse algo formal o que está, absolutamente correto, pois um blog deve ser um espaço que, antes de mais nada, estabeleça a comunicação e explore todo o poder de interatividade desta nova ferramenta. Mas não posso deixar de destacar a relevância deste momento. Afinal, mesmo sem percebermos, estamos fazendo história. Fazemos parte das primeiras turmas deste programa que, não tenho dúvidas, vai significar muito para a história das Artes cênicas do Rio Grande do Sul e do Brasil, pois, já nestes primeiros anos, é fácil perceber as relações que vão se estabelecendo com outros estados e até mesmo com outros países. A virtualidade, sem dúvida, também contribui para isso e temos que explorar toda a sua potencialidade, ocupando os diversos canais que vão sendo abertos e que possibilitam a troca de conhecimento e de experiências. Tudo isso só tende a enriquecer a arte de modo geral. Por isso, gostaria de deixar aqui o meu convite para que todos participem deste blog, mandem seus comentários, textos, sugestões. Em minha pesquisa sobre Crítica teatral na era digital pude conferir a força que os blogs têm na divulgação e no estabelecimento de contato entre artistas, comunicadores e público em geral. Não tenham medo das tecnologias e do futuro, dos prejuízos que elas possam causar, pois, como diz Michel Maffesoli “é assim que podemos entender que a ‘parte destruidora’, a do excesso ou da efervescência, é exatamente o que sempre antecipa uma nova harmonia”.
Helena Mello
Mestranda - Turma 2008
Blog: http://palcosdavida.blogspot.com/
Helena Mello
Mestranda - Turma 2008
Blog: http://palcosdavida.blogspot.com/
- - - - -
Aproveitamos a ocasião e convidamos:
- Defesa da dissertação “Crítica Teatral na Era Digital”, de autoria da mestranda (que escreveu o texto acima) Helena Maria Mello, sob orientação do Prof. Dr. Edélcio Mostaço e banca com os professores doutores Walter Lima Torres Neto, Antônio Carlos Hohfeldt e Clóvis Dias Massa, a realizar-se no dia 28/05, às 9h30, na sala 8 da General Vitoriano, 255.
- No mesmo dia, defesa da dissertação “ACIMA DE TUDO, TEATRO! Um olhar sobre a produção teatral para infância e juventude em Porto Alegre”, de autoria do mestrando Gilberto Fonseca, sob orientação da Prof.ª Dr.ª Vera Lúcia Bertoni dos Santos e banca com os professores doutores Walter Lima Torres Neto, Antônio Carlos Hohfeldt e João Pedro Alcantara Gil, a realizar-se também no dia 28/05, às 15h, no mesmo local.
- E no dia 31/05, defesa da dissertação "IMAGENS DA PINTURA COMO ESTÍMULO PARA A COMPOSIÇÃO DA PERSONAGEM TEATRAL", de autoria da mestranda Ágata Baú, sob orientação da Prof.ª Dr.ª Mirna Spritzer e banca com os professores doutores José Ronaldo Faleiro, Gilberto Icle e Marta Isaacsson de Souza e Silva, às 15h.
- Defesa da dissertação “Crítica Teatral na Era Digital”, de autoria da mestranda (que escreveu o texto acima) Helena Maria Mello, sob orientação do Prof. Dr. Edélcio Mostaço e banca com os professores doutores Walter Lima Torres Neto, Antônio Carlos Hohfeldt e Clóvis Dias Massa, a realizar-se no dia 28/05, às 9h30, na sala 8 da General Vitoriano, 255.
- No mesmo dia, defesa da dissertação “ACIMA DE TUDO, TEATRO! Um olhar sobre a produção teatral para infância e juventude em Porto Alegre”, de autoria do mestrando Gilberto Fonseca, sob orientação da Prof.ª Dr.ª Vera Lúcia Bertoni dos Santos e banca com os professores doutores Walter Lima Torres Neto, Antônio Carlos Hohfeldt e João Pedro Alcantara Gil, a realizar-se também no dia 28/05, às 15h, no mesmo local.
- E no dia 31/05, defesa da dissertação "IMAGENS DA PINTURA COMO ESTÍMULO PARA A COMPOSIÇÃO DA PERSONAGEM TEATRAL", de autoria da mestranda Ágata Baú, sob orientação da Prof.ª Dr.ª Mirna Spritzer e banca com os professores doutores José Ronaldo Faleiro, Gilberto Icle e Marta Isaacsson de Souza e Silva, às 15h.
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